Brasil vai poder exportar leite e derivados para o México

jun 7, 2021

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Em nota conjunto dos ministérios das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicada nesta quarta-feira, 2, o governo brasileiro comemorou a aprovação dos requisitos sanitários e fitossanitários para a exportação de leite e produtos lácteos ao México.

A nota informa que, com a aprovação das autoridades mexicanas, será possível abrir mercado para 33 produtos do agro brasileiro. Foram habilitados 18 estabelecimentos do Brasil, que poderão exportar leite integral, leite em pó e queijos, entre outros.

Confira a íntegra da nota conjunta:

O governo brasileiro recebeu com satisfação a notícia da aprovação pelas autoridades mexicanas dos requisitos sanitários e fitossanitários para a exportação de leite, produtos lácteos e sementes de gergelim ao México.

Trata-se da abertura de mercado para mais de 33 tipos de produtos do agronegócio brasileiro em relevante parceiro comercial do Brasil.

As autoridades mexicanas habilitaram, concomitantemente, 18 estabelecimentos brasileiros para exportar ao México produtos como leite integral, leite em pó e queijos.

O processo de liberação das exportações de leite e produtos lácteos brasileiros ao mercado mexicano estará concluído após a publicação pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do respectivo Certificado Sanitário Internacional.

Abertura de mercado terá ganhos no longo prazo, diz analista

Para o analista Valter Galan, do Milkpoint Mercado, a conquista desse novo mercado é relevante, ainda que seus efeitos só serão sentidos no longo prazo.

“Sabemos que o México tem uma área de livre comércio com os Estados Unidos e os americanos são grandes exportadores de lácteos para o México e esse fluxo deve continuar. No entanto, essa abertura de mercado terá alíquotas de importação do produto brasileiro e podemos promover boas negociações para o futuro”, destaca Galan.

Ainda de acordo com o analista, o México importa muito leite em pó desnatado, enquanto o foco do Brasil é vender o produto integral. “De qualquer forma é uma boa notícia para o setor, já que pode agora negociar com um mercado que é grande importador”, complementa.

 

Fonte: Canal Rural

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